“Nosso amor-sete-vidas, sublime,
Envolto em casca banal de ansiedade
Não se permite esquecer pra lembrar.
É tanto abraço que temos exposto,
Como fratura, desgosto,
Não posso tocar sem largar.
E, quando adianta o aceno,
O faz tão pequeno, sem tchau,
Mesmo sinal pra voltar.
Nosso amor-sem-opção, amor-ferida,
Não me deixa ir sem ficar.
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